Meus campos se alegrando, escondem meus segredos...
Nas águas, a frescura, o brilho do cristal;
O vento mais solene, as roupas no varal...
Distante, já percebo, o sol nos arvoredos.
Na noite que passou, livrei-me dos meus medos.
Meu peito, agora, aberto, aguarda o teu sinal;
A vida se promete, um brilho sideral.
Saudade já mergulha, invade outros enredos.
No deleite do verde, as mãos mais olorosas
Matar a minha sede, em águas deleitosas.
A noite que virá é toda do meu bem.
A bela flor silvestre encharca-se em perfume.
Do sol que me irradia, o mais perfeito lume.
Na noite que virá; nós dois e mais ninguém!
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