Saudade, sentinela da paixão,
Alarma, toda vez que sente dor...
Dispara, sinaliza o coração.
Taquicardilizando, chama amor!
Nas voltas da noturna solidão,
Vasculha, procurando pela flor
Teimosa, que não deita a floração,
Nos campos onde amor foi plantador...
As armas apontadas para o peito,
Fingindo-se de morta, perde tino.
Quem planta tempestade, satisfeito,
Batuca o coração desse menino...
Saudade, sentinela faz alarde,
Viver sem ter amor, é crueldade!
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